PRESIDENTE ANGOLANO
EXIGE QUE MPLA CONTROLE
COM EFICÁCIA A CORRUPÇÃO
A NÍVEL GOVERNAMENTAL
(Ministério das Finanças e Banco Nacional
estão na mira)
Fonte: ANGOLA DIGITAL | PUBLICO
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, fez um ataque feroz à corrupção no seio do Governo do país avisando que detecta “timidez” no MPLA no que toca à fiscalização dos actos governativos, que “irresponsáveis” e “gente de má-fé” estão a aproveitar, avançava a agência portuguesa "Lusa".
“O melhor é comprometermo-nos a uma espécie de tolerância zero [à corrupção] depois do 6.º congresso [do partido, marcado para o próximo mês]”, alertou no discurso de abertura, ontem, da 15.ª sessão do comité central do MPLA.
Partido maioritário e em cujas mãos está o Governo, o MPLA está a ser “tímido” ao fiscalizar
as acções do Executivo tanto na Assembleia Nacional quer através do Tribunal de Contas, avaliou o Presidente.
“Esta circunstância foi aproveitada por pessoas irresponsáveis e por gente de má-fé, que esbanja recursos e pratica actos de gestão ilícitos e mesmo danosos e fraudulentos”, afirmou, avaliando que as riquezas petrolíferas do país estão a ser delapidadas em fraudes e desperdícios dos fundos públicos.
Exigindo maior transparência, Eduardo dos Santos insistiu que a “boa governação requer muito mais trabalho”. “Penso que devemos assumir uma atitude crítica e autocrítica em relação à condução da política do partido neste domínio”, prosseguiu.
No discurso de ontem, José Eduardo dos Santos, afirmou que as próximas eleições presidenciais, só se devem realizar ao mesmo tempo que as legislativas, estimadas para 2012. Justificou-o com a razão de “poupar tempo e dinheiro”.
Partido maioritário e em cujas mãos está o Governo, o MPLA está a ser “tímido” ao fiscalizar
as acções do Executivo tanto na Assembleia Nacional quer através do Tribunal de Contas, avaliou o Presidente.
“Esta circunstância foi aproveitada por pessoas irresponsáveis e por gente de má-fé, que esbanja recursos e pratica actos de gestão ilícitos e mesmo danosos e fraudulentos”, afirmou, avaliando que as riquezas petrolíferas do país estão a ser delapidadas em fraudes e desperdícios dos fundos públicos.
Exigindo maior transparência, Eduardo dos Santos insistiu que a “boa governação requer muito mais trabalho”. “Penso que devemos assumir uma atitude crítica e autocrítica em relação à condução da política do partido neste domínio”, prosseguiu.
No discurso de ontem, José Eduardo dos Santos, afirmou que as próximas eleições presidenciais, só se devem realizar ao mesmo tempo que as legislativas, estimadas para 2012. Justificou-o com a razão de “poupar tempo e dinheiro”.

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