DJALMA, MATEUS E MANUCHO
barões que Lito Vidigal chamou
alinham pelo mesmo diapasão
barões que Lito Vidigal chamou
alinham pelo mesmo diapasão
O médio Djalma Campos, do Marítimo de Portugal, reconheceu ontem na capital, depois do treino no Estádio Nacional 11 de Novembro, que é difícil jogar no continente africano na condição de forasteiro.
“O grupo está bem. Com força e vontade de vencer. É um jogo difícil e num terreno hostil. Em África, é sempre difícil jogar no terreno dos adversários, mas vamos fazer de tudo para conseguir ganhar o jogo”, disse o meio-campista da formação portuguesa.
Para Djalma Campos, qualquer um dos jogadores dos Palancas está em condições de ocupar um espaço na formação nacional.
“A concorrência faz parte da vida, e é sempre óptima. Quando jogamos é sinal que estamos bem, e qualquer um pode ocupar um lugar na selecção”, esclareceu descontraído com a situação.
O ponta-de-lança Manucho Gonçalves, do Manisasport da Turquia, alinha pelo mesmo diapasão do companheiro: “Acredito que não vai ser um jogo fácil, mas estamos aqui para trabalhar e fazer um bom resultado”, declarou aos jornalistas.
O médio Mateus Galiano, do Nacional da Madeira de Portugal, por seu lado, queixou-se do clima quente que encontrou na capital:
“Gostei do meu regresso à selecção, apesar do clima que se faz sentir neste momento no país ser diferente da Europa. Gostei do ambiente do grupo, porque a maioria já trabalhou junto.”
Em relação ao jogo, o médio da equipa portuguesa considerou que actualmente as seleções se apresentam num nível competitivo equilibrado, sendo o detalhe de um atleta que define o curso do jogo.
“Actualmente as equipas são equiparadas, mas espero um jogo difícil. Estamos a trabalhar bem para vencer o jogo, porque vamos procurar assimilar os novos métodos com o técnico. Espero dar o melhor na selecção”, prometeu Mateus Galiano.
| Com Jornal de Angola |
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