3 de fevereiro de 2013

ANGOLA
Milhares de militares da UNITA
aderem ao MPLA em consciência


Mais de nove mil militares da UNITA
ingressam nas fileiras do MPLA


Mais de nove mil ex-militantes da Unita ingressaram hoje, sábado, em Menongue, província do Kuando Kubango, de forma oficial nas estruturas do MPLA, como são da JMPLA e da Organização da Mulher Angolana (OMA)."> O acto de ingresso foi testemunhado pelo Vice-Presidente do MPLA, Roberto de Almeida, que o considerou de histórico na vida política e de mobilização do partido no poder em Angola.

O 1º secretário do MPLA na província, Higino Carneiro, ao intervir no acto, garantiu que durante este fim-de-semana e a próxima ocorrerão actos semelhantes do género, mas com menor dimensão, que poderão permitir o ingresso, na totalidade, de mais de nove mil militantes da Unita ao MPLA, OMA e JMPLA, que renunciaram a Unita no Kuando Kubango.Segundo o político, este ingresso é o resultado da dinâmica e mobilização dos activistas, quadros e dirigentes do partido na província. “Queremos crescer sim, mas organizados e estruturados também, incutindo cada vez mais e melhor os ideais do MPLA, o conhecimento dos seus estatutos e programas, os seus regulamentos e programa de governação, entre outros objectivos, para o quinquénio 2012/2017”.
De acordo com Higino Carneiro, este processo vai continuar e é permanente, mas deve-se consciencializar os cidadãos da região, sobretudo aqueles os que continuam a ser enganados com promessas vãs e falsas de que o MPLA não é um partido sério, exclui as pessoas, que as marginaliza e não luta para o bem dos angolanos.
Higino Carneiro referiu que as críticas feitas por adversários do MPLA são absolutamente falsas, porquanto o que Angola vive resulta do facto do
“partido ser do povo, trabalha para o povo, partido da verdade, defensor da paz e da democracia, do progresso e do bem-estar social de todo o povo angolano.Se o MPLA não pugnasse pela defesa dessas conquistas e valores, certamente não teríamos a estabilidade política que hoje Angola vive e que ao longo dos tempos vem melhorando a sua acção, como resultado da actividade que desenvolve, a fim de acabar com o subdesenvolvimento”
Para os que “supostamente” continuam a ser enganados, Higino Carneiro aconselhou-os a despertarem, bem como reflectirem sobre o seu futuro.
Afirmou que o exemplo observado no Kuando Kubango é o reflexo da grandeza do MPLA, partido que pugna pelo diálogo, justiça social, promove e defende o emprego, promove a formação profissional, a segurança social, luta por melhores condições de saúde, educação, para o bem de todos.
Aos novos militantes, entre homens e mulheres (adultos e jovens), o primeiro secretário na região desejou boas vindas, uma vez que o MPLA está aberto para todos quantos que desejarem, tendo, por outro lado, apelado a necessidade destes servirem de mobilizadores para o registo de mais ingressos ao partido, visando o seu contínuo fortalecimento.

Em nome dos novos militantes do MPLA, Afonso Cassanga, ex-militante da Unita, disse que por terem notado que a política do maior partido a oposição não revelar clareza, promover a discórdia e a desobediência aos órgãos legitimamente constituídos, bem como confundir a preservação dos seus interesses as nobres, no âmbito da paz decidiram abandonar a Unita de forma voluntária.
Garantiu que a escolha livre do ingresso no MPLA se deveu pelo facto deste partido defender os interesses do povo angolano, pelo que abraçam de forma voluntária o partido no poder hoje, amanhã e para sempre, jurando e defender arduamente os órgãos de soberania nacional e contribuir de corpo e alma na reconstrução e desenvolvimento sustentável de Angola.
- Fonte ANGOP

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