Mais de nove mil militares da UNITA
ingressam nas fileiras do MPLA
ingressam nas fileiras do MPLA
Mais de nove mil ex-militantes da Unita ingressaram hoje, sábado, em Menongue, província do Kuando Kubango, de forma oficial nas estruturas do MPLA, como são da JMPLA e da Organização da Mulher Angolana (OMA).">
O acto de ingresso foi testemunhado pelo Vice-Presidente do MPLA, Roberto de Almeida, que o considerou de histórico na vida política e de mobilização do partido no poder em Angola.


O 1º secretário do MPLA na província, Higino Carneiro, ao intervir no acto, garantiu que durante este fim-de-semana e a próxima ocorrerão actos semelhantes do género, mas com menor dimensão, que poderão permitir o ingresso, na totalidade, de mais de nove mil militantes da Unita ao MPLA, OMA e JMPLA, que renunciaram a Unita no Kuando Kubango.Segundo o político, este ingresso é o resultado da dinâmica e mobilização dos activistas, quadros e dirigentes do partido na província.
“Queremos crescer sim, mas organizados e estruturados também, incutindo cada vez mais e melhor os ideais do MPLA, o conhecimento dos seus estatutos e programas, os seus regulamentos e programa de governação, entre outros objectivos, para o quinquénio 2012/2017”.
De acordo com Higino Carneiro, este processo vai continuar e é permanente, mas deve-se consciencializar os cidadãos da região, sobretudo aqueles os que continuam a ser enganados com promessas vãs e falsas de que o MPLA não é um partido sério, exclui as pessoas, que as marginaliza e não luta para o bem dos angolanos.
Higino Carneiro referiu que as críticas feitas por adversários do MPLA são absolutamente falsas, porquanto o que Angola vive resulta do facto do
“partido ser do povo, trabalha para o povo, partido da verdade, defensor da paz e da democracia, do progresso e do bem-estar social de todo o povo angolano.Se o MPLA não pugnasse pela defesa dessas conquistas e valores, certamente não teríamos a estabilidade política que hoje Angola vive e que ao longo dos tempos vem melhorando a sua acção, como resultado da actividade que desenvolve, a fim de acabar com o subdesenvolvimento”
Para os que “supostamente” continuam a ser enganados, Higino Carneiro aconselhou-os a despertarem, bem como reflectirem sobre o seu futuro.
Afirmou que o exemplo observado no Kuando Kubango é o reflexo da grandeza do MPLA, partido que pugna pelo diálogo, justiça social, promove e defende o emprego, promove a formação profissional, a segurança social, luta por melhores condições de saúde, educação, para o bem de todos.
Aos novos militantes, entre homens e mulheres (adultos e jovens), o primeiro secretário na região desejou boas vindas, uma vez que o MPLA está aberto para todos quantos que desejarem, tendo, por outro lado, apelado a necessidade destes servirem de mobilizadores para o registo de mais ingressos ao partido, visando o seu contínuo fortalecimento.
Em nome dos novos militantes do MPLA, Afonso Cassanga, ex-militante da Unita, disse que por terem notado que a política do maior partido a oposição não revelar clareza, promover a discórdia e a desobediência aos órgãos legitimamente constituídos, bem como confundir a preservação dos seus interesses as nobres, no âmbito da paz decidiram abandonar a Unita de forma voluntária.
Garantiu que a escolha livre do ingresso no MPLA se deveu pelo facto deste partido defender os interesses do povo angolano, pelo que abraçam de forma voluntária o partido no poder hoje, amanhã e para sempre, jurando e defender arduamente os órgãos de soberania nacional e contribuir de corpo e alma na reconstrução e desenvolvimento sustentável de Angola.
- Fonte ANGOP
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