27 de agosto de 2012
20 de agosto de 2012
14 de junho de 2012
EURO'2012
PORTUGAL VENCE Á TANGENTE
a passagem aos quartos
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Imagem e texto
O JOGO
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Apesar da vitória sobre a Dinamarca, Portugal não depende só de si e uma vitória sobre a Holanda na última jornada do Grupo B pode não bastar para a Seleção Nacional seguir para os quartos-de-final. Por outro lado, uma derrota nesse encontro pode... apurar Portugal. O confronto direto é a base dos critérios de desempate. Assim, se Portugal bater a Holanda e a Dinamarca fizer o mesmo à Alemanha, ficam três equipas com seis pontos, procedendo-se a um campeonato a três. Com uma vitória cada nos confrontos entre si, a diferença entre golos marcados e sofridos nesses jogos é a chave. Portugal apura-se desde que a vitória da Dinamarca sobre a Alemanha não seja por diferença de um golo com um resultado de 3-2 ou superior. Um 3-2 apuraria a Alemanha porque, igualada a Portugal em todos os ítems, venceu 1-0 na primeira jornada! A derrota com a Holanda pode servir se for pela diferença mínima e a Alemanha bater a Dinamarca. Aí passariam Alemanha e Portugal. Um triunfo holandês por dois ou mais golos daria à seleção laranja o segundo lugar e Portugal ficaria fora da fase seguinte.
3 de junho de 2012
FUTEBOL AMISTOSO
Portugal derrotado
21 de maio de 2012
10 de maio de 2012
26 de dezembro de 2011
RITA MIRANDA
na Revista J
17 de dezembro de 2011
6 de dezembro de 2011
CÁTIA CASCÃO
na Revista J
13 de novembro de 2011
Rita Barata
na revista J
4 de novembro de 2011
CRISTIANA
na Revista J
30 de outubro de 2011
ELENA, na Revista J
22 de outubro de 2011
Andreia Torres
Revista J
Admira o Hulk e o João Moutinho.
13 de outubro de 2011
21 de dezembro de 2009
Futebol
Liga Lusa
Mais de 60.000 espectadores´
no Estádio da Luz
2 de outubro de 2009
Primeira
página
Jesus não fez o milagre dos golos
SÉRGIO KRITHINAS/CARLOS NOGUEIRA,Fonte: O JOGOONLINE
E ao 21º jogo da época - o décimo oficial -, o Benfica de Jorge Jesus ficou em branco pela primeira vez. E não foi por falta de oportunidades que os encarnados deixaram Atenas sem marcar e com a segunda derrota europeia longe da Luz em outros tantos jogos. Ficou bem evidente que o AEK era uma equipa acessível, e a prova disso foi que as águias criaram as melhores oportunidades, que só não foram concretizadas por causa do argentino Saja, um guarda-redes inspirado que ajudou - e de que maneira! - a tirar a sua equipa de uma profunda depressão.
O AEK entrou no jogo muito a medo por causa da fama de um Benfica demolidor. Por isso, o treinador Dusan Bajevic montou uma estratégia que visava bloquear a criatividade e as rápidas trocas de bola encarnadas. Colocou o bósnio Jahic à frente da defesa para controlar os movimentos de Aimar. E o argentino, quando se libertava, tinha ainda de se haver com Kafes. Apesar disso, o início do jogo pertenceu por inteiro aos encarnados, que procuraram aproveitar a intranquilidade grega, causada pelos recentes maus resultados. O remate de Maxi Pereira logo aos seis minutos fez tremer o adversário. É que, apesar de abusar do jogo pelo centro do terreno, onde havia muita concentração de pernas, era o Benfica que mandava e, quando Di María rematou ao poste (13'), todos esperavam pelo golo encarnado.
O primeiro remate do AEK à baliza de Júlio César (16') como que fez abrir uma janela aos gregos, que começaram a perceber que podiam aproveitar a estranha intranquilidade de César Peixoto. Daquele lado surgiu um cruzamento em que Blanco quase marcou. Na primeira parte, o avançado argentino levava quase sempre a melhor sobre os centrais do Benfica, quando a bola era cruzada para o coração da área.
Era a equipa portuguesa, ainda assim, a ditar as "regras" e o ritmo do jogo. Mantinha-se a sensação de que o golo iria aparecer. Só que, para surpresa geral, tal acabou por acontecer, mas na baliza de Júlio César. Um erro grave de Luisão na marcação a Majstorovic, na sequência de um canto, fez renascer o AEK da depressão. O golo do sueco acabou por ser o segundo sofrido pelo Benfica esta época na sequência de lances de bola parada em zonas laterais (o primeiro havia sido em Leiria, ainda que na forma de um autogolo com a assinatura de David Luiz).
Era preciso um Benfica a jogar com mais intensidade e mais velocidade na segunda parte, mas Jesus optou por não fazer substituições ao intervalo, parecendo querer ver o que as coisas iam dar nos primeiros minutos. Di María e Saviola obrigaram o guarda-redes Saja a duas grandes defesas para canto, mas a defesa encarnada sofria com os rápidos contra-ataques gregos, sobretudo pela direita.
Jesus não quis esperar mais e, aos 59 minutos, arriscou tudo ao lançar Fábio Coentrão e Weldon, tirando Maxi Pereira e Saviola. Um risco? Sim, mas é como diz a velha máxima: perdido por um, perdido por mil. Ramires passou para defesa-direito, com Di María à sua frente, enquanto Weldon foi jogar ao lado de Cardozo. Só que estas mudanças não tiveram o efeito que o treinador pretendia. O Benfica perdeu o controlo do jogo e tornou-se uma equipa confusa, ainda para mais porque Aimar já há muito se "perdera" entre as camisolas amarelas.
Um livre de Cardozo para grande defesa de Saja fez despertar os encarnados, que beneficiaram ainda da lesão do capitão Kefes para encostarem o AEK à sua área. O último milagre de Saja foi à entrada dos últimos 15', quando desviou, já no chão, um remate de Coentrão. A partir daí, o coração mandou mais do que a cabeça, e nem Nuno Gomes mudou as coisas.
24 de setembro de 2009
NOTÍCIAS DO DIA
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| JORGE JESUS chegou ao Benfica pleno de confiança. Ambicioso como nunca, o técnico apontou o título como objectivo prioritário, mas não deixa de pensar em vencer outras competições, nomeadamente a... Liga dos Campeões. | |
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17 de setembro de 2009
Primeira
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