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14 de junho de 2012

EURO'2012
PORTUGAL VENCE Á TANGENTE


PORTUGAL VENCE DINAMARCA 
na hora de VARELA quase garantir
a passagem aos quartos
Imagem e texto
O JOGO




  
Apesar da vitória sobre a Dinamarca, Portugal não depende só de si e uma vitória sobre a Holanda na última jornada do Grupo B pode não bastar para a Seleção Nacional seguir para os quartos-de-final. Por outro lado, uma derrota nesse encontro pode... apurar Portugal. O confronto direto é a base dos critérios de desempate. Assim, se Portugal bater a Holanda e a Dinamarca fizer o mesmo à Alemanha, ficam três equipas com seis pontos,  procedendo-se a um campeonato a três. Com uma vitória cada nos confrontos entre si, a diferença entre golos marcados e sofridos nesses jogos é a chave. Portugal apura-se desde que a vitória da Dinamarca sobre a Alemanha não seja por diferença de um golo com um resultado de 3-2 ou superior. Um 3-2 apuraria a Alemanha porque, igualada a Portugal em todos os ítems, venceu 1-0 na primeira jornada! A derrota com a Holanda pode servir se for pela diferença mínima e a Alemanha bater a Dinamarca. Aí passariam Alemanha e Portugal. Um triunfo holandês por dois ou mais golos daria à seleção laranja o segundo lugar e Portugal ficaria fora da fase seguinte.
 AS CONTAS 
Em caso de vitória sobre a Holanda, Portugal só não se apura se a Dinamarca bater a Alemanha por um golo de diferença com um resultado igual ou superior a 3-2. 
 Empate com a Holanda apura Portugal se o outro jogo também terminar empatado.
 Derrota com a Holanda pode apurar Portugal desde que seja pela diferença mínima e a Alemanha ganhar à Dinamarca.

3 de junho de 2012

FUTEBOL AMISTOSO
Portugal derrotado




TURQUIA DERROTA LUSOS EM LISBOA



Uma derrota por 3-1 no último jogo de preparação antes da partida para o Euro'2012 não foi a melhor forma de a seleção nacional se despedir dos portugueses A selecção nacional foi hoje derrotada, sem apelo nem agravo, no Estádio da Luz, pela Turquia, por 3-1, no derradeiro jogo de preparação antes da partida para o Euro'2012. 
Acabou por ser uma despedida triste, não faltando, até, alguns assobios, designadamente na parte final do encontro. A Turquia, que ao intervalo já se encontrava em vantagem, chegou aos dois golos de diferença, fazendo do contra-ataque a sua principal arma. Nani ainda reduziu, a equipa das quinas ainda dispôs de uma grande penalidade que Cristiano Ronaldo não conseguiu aproveitar. Depois, um auto-golo de Pepe, num lance infeliz do central do Real Madrid, ditou o resultado final. Se é verdade que Portugal criou várias oportunidades de golo, o seu maior problema esteve, contudo, na finalização.

26 de dezembro de 2011

RITA MIRANDA
na Revista J

Como sempre acontece todos os domingos, pelo meio da actualidade desportiva
em mais de 40 páginas do jornal O JOGO que embrulham a REVISTA J, no intercalo, surgem uma miúdas de se tirar também o chapéu.
ALGUÉM DUVIDA?


6 de dezembro de 2011

CÁTIA CASCÃO
na Revista J

A professora de natação
 revela segredos na "J"

Na edição de domingo do jornal "O JOGO "
 a revista J 
incluída gratuitamente, publica uma curiosa entrevista a 
CÁTIA CASCÃO
Vale a pena ver - (desculpem...) ler...

13 de novembro de 2011

Rita Barata
na revista J

Alguém tem coragem de atirar inseticida para cima desta Barata?
Se quiser dar uma resposta, compre a edição de hoje
do jornal O JOGO e veja o quanto deseja saber.



4 de novembro de 2011

CRISTIANA
na Revista J

No próximo domingo veja a Cristiana, nos pormenores que a Revista J mostra, com todas as letras do Trombinhas e as imagens exclusivas seleccionadas por Marisa. Compre o jornal " O JOGO " e receba grátis esta revista onde encontrará temas para todos os gostos que valorizarão os seus saberes. 

30 de outubro de 2011

ELENA, na Revista J

Conheça a ELENA que a Revista J apresenta
no domingo, com a edição do jornal O JOGO
numa oferta que é gratuita. 

22 de outubro de 2011

Andreia Torres
Revista J

Uma portista em grande forma 
ANDREIA TORRES
tem 26 anos, nsceu em Santo Tirso (Portugal)
e trabalha como manequim.
É adepta do FC Porto e revela que não está
surpreendida com o valor de James e Walter. 
Admira o Hulk e o João Moutinho.
Ela gosta muito dos "seus olhos e é muito romântica"-
revelou-se esta semana na Revista J, que é distribuída
gratuitamente com o jornal O JOGO, aos domingos.


21 de dezembro de 2009

Futebol
Liga Lusa


UM GOLO = TRÊS PONTOS
 e o BENFICA
morde os calcanhares do Braga
Mais de 60.000 espectadores´
no Estádio da Luz

O Benfica venceu hoje o “clássico” na Luz com o FC Porto, por 1-0, colando-se ao Sporting de Braga no topo da Liga Sagres e deixando os “dragões” a quatro pontos, após a 14.ª jornada.
O Benfica foi superior ao FC Porto, desde logo na abordagem ao jogo, pela forma como conseguiu assumir a iniciativa e emprestar profundidade ao seu jogo ofensivo, ao contrário dos portistas incapazes de estender o jogo até à área encarnada.
Para tal, Jorge Jesus surpreendeu ao colocar Urreta no onze inicial, por forma a jogar com dois médios-ala bem abertos sobre as alas (Ramires na direita e Urreta na esquerda) que impedissem que um dos laterais encostasse em Saviola para a marcação.
Ao fazê-lo, o treinador do Benfica obrigou Jesualdo Ferreira a recuar Fernando para a marcação a Saviola, pelo perigo que este representava e que o desenrolar do jogo veio a confirmar: o argentino foi uma “pedra-chave” no jogo - e não só pelo golo.
Com Fernando muito perto dos centrais Rolando e Bruno Alves, e com dois médios de “tracção traseira”, em particular Guarín, o FC Porto foi sempre uma equipa sem profundidade atacante, apesar de jogar num sistema de 4x3x3, com Hulk e Cristian Rodriguez abertos nas alas e Falcão desamparado entre os centrais do Benfica.
Os tetracampeões nacionais só conseguiam fazer chegar a bola à frente em jogo directo, para os seus três homens do ataque, numa opção fácil de anular para a defesa benfiquista, bem plantada, concentrada e de frente para a bola.
Ao invés, o Benfica estendeu sempre o jogo à área portista, desde logo por pressionar em zonas mais adiantadas do terreno, depois porque a sua ala direita impulsionou a equipa e deu-lhe profundidade e envolvimento, com Maxi e Ramires a revelarem-se fundamentais, para além da acção de Saviola, o melhor em campo.
O argentino é um jogador com um toque de bola e uma inteligência de jogo singulares e sua movimentação foi fundamental para o Benfica ganhar a “batalha” do meio-campo.
No confronto Guarín/Meireles com Javi Garcia/Carlos Martins, ganho pela dupla “encarnada”, Saviola foi importante a preencher espaços no “miolo” para receber a bola e a abri-los para a entrada dos médios de trás para a frente.
O FC Porto nunca teve um Saviola que disfarçasse a opção por dois médios de contenção, incapazes de estender o jogo e de transportar a bola - a primeira vez que o ataque portista criou perigo foi através de Hulk que veio atrás, pegou na bola e correu com ela cerca de trinta metros até à área benfiquista.
Na segunda parte Jesualdo fez a única coisa que podia fazer: sacrificar o médio de contenção Guarín, lançar Varela na ala direita, mudar Hulk para a esquerda, e recuar Rodriguez para médio interior, para preencher o espaço do “miolo” com Raul Meireles.
Esta alteração permitiu ao FC Porto, finalmente, subir em bloco no terreno, diminuir os espaços entre as linhas, pressionar mais à frente, mas o Benfica estava “por cima” ao invés do FC Porto, obrigado “a correr atrás” do resultado, perante um adversário moralizado e impulsionado pelo seu público.
A organização defensiva do Benfica mostrou-se sempre à altura para segurar o golo de Saviola, bem posicionada, mas Jesus sentiu necessidade de refrescar a equipa com as entradas de Luís Filipe para ajudar a suster as penetrações laterais do FC Porto, e Weldon, este fresco e talhado para o contra-ataque face ao maior balanceamento ofensivo portista.
Jesualdo voltou a mexer tarde, com as entradas de Belluschi e Farias, mas o Benfica teve sempre o jogo controlado e fez por merecer o triunfo.

2 de outubro de 2009

Primeira
página

Jesus não fez o milagre dos golos

SÉRGIO KRITHINAS/CARLOS NOGUEIRA,
enviados especiais a Atenas (Grécia)
Crónica de CARLOS NOGUEIRA

Fonte: O JOGOONLINE

E ao 21º jogo da época - o décimo oficial -, o Benfica de Jorge Jesus ficou em branco pela primeira vez. E não foi por falta de oportunidades que os encarnados deixaram Atenas sem marcar e com a segunda derrota europeia longe da Luz em outros tantos jogos. Ficou bem evidente que o AEK era uma equipa acessível, e a prova disso foi que as águias criaram as melhores oportunidades, que só não foram concretizadas por causa do argentino Saja, um guarda-redes inspirado que ajudou - e de que maneira! - a tirar a sua equipa de uma profunda depressão.

O AEK entrou no jogo muito a medo por causa da fama de um Benfica demolidor. Por isso, o treinador Dusan Bajevic montou uma estratégia que visava bloquear a criatividade e as rápidas trocas de bola encarnadas. Colocou o bósnio Jahic à frente da defesa para controlar os movimentos de Aimar. E o argentino, quando se libertava, tinha ainda de se haver com Kafes. Apesar disso, o início do jogo pertenceu por inteiro aos encarnados, que procuraram aproveitar a intranquilidade grega, causada pelos recentes maus resultados. O remate de Maxi Pereira logo aos seis minutos fez tremer o adversário. É que, apesar de abusar do jogo pelo centro do terreno, onde havia muita concentração de pernas, era o Benfica que mandava e, quando Di María rematou ao poste (13'), todos esperavam pelo golo encarnado.

O primeiro remate do AEK à baliza de Júlio César (16') como que fez abrir uma janela aos gregos, que começaram a perceber que podiam aproveitar a estranha intranquilidade de César Peixoto. Daquele lado surgiu um cruzamento em que Blanco quase marcou. Na primeira parte, o avançado argentino levava quase sempre a melhor sobre os centrais do Benfica, quando a bola era cruzada para o coração da área.

Era a equipa portuguesa, ainda assim, a ditar as "regras" e o ritmo do jogo. Mantinha-se a sensação de que o golo iria aparecer. Só que, para surpresa geral, tal acabou por acontecer, mas na baliza de Júlio César. Um erro grave de Luisão na marcação a Majstorovic, na sequência de um canto, fez renascer o AEK da depressão. O golo do sueco acabou por ser o segundo sofrido pelo Benfica esta época na sequência de lances de bola parada em zonas laterais (o primeiro havia sido em Leiria, ainda que na forma de um autogolo com a assinatura de David Luiz).

Era preciso um Benfica a jogar com mais intensidade e mais velocidade na segunda parte, mas Jesus optou por não fazer substituições ao intervalo, parecendo querer ver o que as coisas iam dar nos primeiros minutos. Di María e Saviola obrigaram o guarda-redes Saja a duas grandes defesas para canto, mas a defesa encarnada sofria com os rápidos contra-ataques gregos, sobretudo pela direita.

Jesus não quis esperar mais e, aos 59 minutos, arriscou tudo ao lançar Fábio Coentrão e Weldon, tirando Maxi Pereira e Saviola. Um risco? Sim, mas é como diz a velha máxima: perdido por um, perdido por mil. Ramires passou para defesa-direito, com Di María à sua frente, enquanto Weldon foi jogar ao lado de Cardozo. Só que estas mudanças não tiveram o efeito que o treinador pretendia. O Benfica perdeu o controlo do jogo e tornou-se uma equipa confusa, ainda para mais porque Aimar já há muito se "perdera" entre as camisolas amarelas.

Um livre de Cardozo para grande defesa de Saja fez despertar os encarnados, que beneficiaram ainda da lesão do capitão Kefes para encostarem o AEK à sua área. O último milagre de Saja foi à entrada dos últimos 15', quando desviou, já no chão, um remate de Coentrão. A partir daí, o coração mandou mais do que a cabeça, e nem Nuno Gomes mudou as coisas.


24 de setembro de 2009

NOTÍCIAS DO DIA

AS NOTICIAS EM CIMA DOS ACONTECIMENTOS
de colaboração com o
O JOGO ON-LINE
JORGE JESUS chegou ao Benfica pleno de confiança. Ambicioso como nunca, o técnico apontou o título como objectivo prioritário, mas não deixa de pensar em vencer outras competições, nomeadamente a... Liga dos Campeões.
Clique em cima dos títulos e leia os pormenores directamete da edição de hoje de OJOGO edição onde encontrará toda a actualidade desportiva mundial ---------------------------------------------------------------------

Falcao: "Não há crise"

As pernas não deverão tremer quando, sábado, subir ao relvado do Dragão para o primeiro clássico em Portugal. Falcao traz uma boa bagagem da Argentina, onde participou em cinco River Plate-Boca Juniors, o jogo mais escaldante daquele país. E até já marcou um golo, no Torneio Abertura de 2007/08.

Guarín ou Belluschi?

Jesualdo Ferreira arrancou para esta época com um problema: Lucho. Mais do que Lisandro, e muito mais do que Cissokho, substituir Lucho tem sido - e vai continuar a ser - o principal desafio do FC Porto para esta temporada. O comandante argentino partiu para França, mas os campeões nacionais reforçaram-se para o lugar com dois compatriotas: Belluschi e Valeri.

Polga OK para fazer jogo 250

Pouco mais de dez dias depois de Liedson ter alcançado a marca histórica dos 250 jogos na Liga com a camisola do Sporting, chegou a vez de Anderson Polga igualar tal registo frente ao FC Porto. E ele "está pronto" para a batalha no Dragão.

Miguel Veloso: "Contra o FC Porto é para ganhar"

Começando por explicar o excelente momento de forma que atravessa, Miguel Veloso fez ontem a antevisão do embate com o FC Porto, que terá lugar no próximo sábado, no Estádio do Dragão. O médio dos verdes e brancos recusa atribuir favoritismos quer a um quer a outro lado e assume que a equipa lisboeta vai entrar em campo para lutar pela vitória.

Histórico

Ronaldo: 4 jogos sempre a marcar pelo Real

Cristiano Ronaldo voltou a sobressair no triunfo do Real Madrid em Villarreal. O internacional português mostrou estar a atravessar um bom momento de forma e ontem isso foi mais uma vez evidente e, a exemplo do sucedido contra o Xerez, voltou a acertar nas redes adversárias momentos depois do apito inicial.

17 de setembro de 2009

Primeira
página


"Críticas não me abalam"
Texto de CARLOS GOUVEIA
Jornal "O JOGO"
A opinião foi unânime: Helton foi a grande figura do FC Porto em Londres. Precisamente no mesmo palco onde há dois anos e meio se viu sujeito a críticas pela forma como sofreu o primeiro golo e na mesma cidade onde encaixou quatro golos no último dia de Setembro de 2008, diante do Arsenal.
Imune a pressões ou a fantasmas, o brasileiro personificou a tranquilidade em campo e, com um punhado de fantásticas intervenções, brilhou intensamente, alimentando a esperança num resultado positivo até ao fim. Ainda assim, não foi um jogo de raiva, garantiu. "Criticar é fácil, mas tirei sempre proveito de algumas coisas que lia a meu respeito. As críticas são feitas apenas a quem incomoda, mas tenho uma confiança imensa em Deus e nada me abala. Fico triste, mas sem raiva ou mágoa a quem quer que seja. O futebol é assim. Trabalhamos e, se incomodarmos, acabamos por ser visados", referiu, mostrando-se tranquilo e seguro do seu valor. "Estamos muito mais expostos e, como jogadores, não podemos opinar na escrita. Vocês [jornalistas] podem. Neste jogo de palavras, é preciso ter personalidade, perseverança e tirar proveito das críticas. É o que tenho feito", frisou.
Em relação ao desempenho da equipa em Stamford Bridge, o brasileiro destacou a personalidade e lembrou que "não é qualquer um que chega a Londres e encosta o Chelsea às cordas". "Mostrámos atitude e conseguimos jogar de igual para igual. Houve alguns momentos em que eles foram superiores, mas, nos 20/30 minutos finais, demonstrámos que tínhamos força e categoria para chegar com perigo à baliza deles", analisou.
O golo dos ingleses é que estragou uma noite que podia ter um desfecho diferente, e a culpa até foi de um francês. Helton recordou o minuto 48 do encontro. "Temos de ressalvar o mérito de um grande jogador. O Anelka sabe muito bem o que faz e não era qualquer um que, naquela situação difícil, faria o que ele fez", sublinhou.
Apesar da derrota, Helton considerou que o FC Porto começou a Liga dos Campeões de uma forma positiva, mas espera melhores resultados nos próximos jogos. "Temos de fazer o nosso trabalho e entrar para ganhar", disse em relação à visita do Atlético de Madrid e aos embates seguintes com o Apoel. O empate caseiro dos espanhóis com os cipriotas foi considerado bom para as contas do Grupo D pelo guarda-redes. "É um resultado que nos deixa à vontade. Eles empataram, e está tudo em aberto. Só o Chelsea é que beneficiou nesta jornada, mas ainda agora começou", recordou. E, por falar outra vez no Chelsea, Helton confia que, no Dragão, a história será diferente. "Porque não vencer? Temos de continuar com esse objectivo. É óbvio que sabemos da capacidade da equipa do Chelsea, mas temos capacidade para jogar de igual para igual", referiu.