“Mary Ann” deverá produzir uma cartografia
de duas dimensões no site
A expedição científica que pretende proceder a um “resgate virtual”do «Titanic» já começou ontem a inspeccionar o fundo do oceano onde estão os destroços do navio, graças a um veículo submarino automático, segundo anunciaram os organizadores, no seu site. A utilização combinada de sonares (aparelhos que usam ultra-sons para localizar objectos mergulhados na água), vídeos de alta resolução e de técnicas de imagem deve permitir a criação de imagens em três dimensões do célebre barco.
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Este post só foi possível graças a colaboração do
CIÊNCIA HOJE
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A expedição organizada pela sociedade norte-americana RMS Titanic, que detém os direitos de exploração dos destroços, chegou na quarta feira ao local, a bordo da embarcação científica «James Charcot», e começou por depositar uma coroa de flores em homenagem às mais de 1500 vítimas do naufrágio.
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A expedição organizada pela sociedade norte-americana RMS Titanic, que detém os direitos de exploração dos destroços, chegou na quarta feira ao local, a bordo da embarcação científica «James Charcot», e começou por depositar uma coroa de flores em homenagem às mais de 1500 vítimas do naufrágio.
Depois, os investigadores enviaram para o fundo do mar dois aparelhos para receber e transmitir sinais do submarino «Mary Ann» – ontem de manhã às 7h47 (hora de Lisboa) e 03h47 (hora de Brasília) –, para conseguirem estabelecer com precisão a sua posição. Depois de um mergulho de uma hora e quarenta minutos, o submarino chegou ao fundo e começou o seu trabalho de exploração do local.

Objectivo é "fixar para sempre o seu estado actual"