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26 de maio de 2011

HEBERPROT salva pé diabético

PRODUTO CUBANO EVITA AMPUTAÇÃO

O director-geral do Hospital Josina Machel (Luanda | Angola), Alberto Paca, afirmou, na quarta-feira, em Luanda, que a instituição que dirige tem aplicado eficazmente o medicamento “Heberprot” aos doentes diabéticos, desde a sua implementação, há cerca de um ano.

O responsável clínico sobre os avanços tecnológicos, fez saber que o “Heberprot” é um produto farmacêutico produzido em Cuba, que está a revolucionar o tratamento de doentes com o denominado “pé diabético” (feridas que obrigam a amputação dos membros inferiores).

O pé diabético é uma identidade que surge nos doentes diabéticos, em que desenvolve úlceras ou mesmo gangrenas a nível do pé, que acaba em amputação, se não for acompanhada por especialistas. Agora, com este novo fármaco não temos necessidade de amputar, uma vez que este medicamento tem sido eficiente mundialmente”, explicou.

Segundo Alberto Paca, desde 2010, ano da sua implementação, o “Heberprot” tem permitido aos doentes de diabetes curarem as suas feridas, evitando a amputação do pé que ganha uma granulação e cicatrização.

"Estas amputações criam limitações na vida do doente e, passando cinco anos da amputação de um membro, existe quase sempre a possibilidade de amputar o outro membro. Esta carga social num doente bi-amputado é um transtorno para a sociedade”, frisou.

O director-geral ao falar sobre o quadro actual das diabetes no país, sublinhou que o índice é muito elevado, atendendo que muitos doentes não sabem o seu estado até o dia em que perdem os sentidos.

Todos os dias registamos entre cinco a seis casos de doentes de diabetes, em estado grave, o que faz prever que temos uma taxa de doentes bastante alta. Neste contexto, consideramos que é uma doença crónica, onde os doentes deveriam ser tratados na sua fase primária, secundária e terciária, mas por falta de informação chegam em estado avançado às unidades sanitárias”, sublinhou.

28 de setembro de 2010

Como é Mr. Obama?

28 de Setembro de 2010
AFINAL HÁ PRESOS CUBANOS NA AMÉRICA
| Ramos Horta (à esquerda) Prémio Nobel |

“Apelamos ao Presidente norte-americano Barack Obama para que assine uma ordem executiva libertando os cinco cidadãos cubanos em cadeias americanas há mais de dez anos, sem visitas familiares"
"O povo cubano é dos poucos do mundo que ainda sofre as injustiças da era da Guerra-fria"
por José Ramos-Horta, Presidente de Timor-Leste, em discurso proferido na Assembleia-Geral da ONU

Agora nas barbas dos americanos, o Mundo fica a saber, graças à coragem de Ramos Horta, que na América há estrangeiros presos sem condições de vida… e, ainda tem “lata” para continuarem em Guantanamo e pedir libertação de presos em Cuba. Aliás já libertados este ano. - CPereira

9 de agosto de 2010

FIDEL CASTRO

ANGOLANOS SAÚDAM REGRESSO



O restabelecimento da saúde e o consequente regresso à actividade pública activa do ex-presidente cubano, Fidel Castro, devem ser motivos de regozijo e satisfação para os angolanos, de quem tem sido “amigo certo, até em momentos incertos”



Angop - Esta  afirmação é do  especialista em relações internacionais,  Sebastião Isata (na foto ao lado), em declarações à Angop, a propósito da intensificação das actividades públicas do secretário-geral do Partido Comunista de Cuba (PCC), Fidel Castro.
De acordo com o académico, Cuba e principalmente Fidel Castro foram, “sem dúvidas” amigos de Angola em momentos mais difíceis da vida política do país, “bastando recordar que Angola logrou manter a sua soberania e independência, graças ao apoio do povo irmão de Cuba”.

6 de julho de 2010

ELIÁN GONZÁLEZ
um jovem cubano

Elián González sente-se feliz em Cuba

Texto brasileiro: BBC BRASIL

O jovem cubano Elián Gonzales, que há 10 anos - em Novembro de 1999 -, sobreviveu a um naufrágio e se tornou alvo de uma batalha internacional por sua custódia, falou à imprensa sobre sua história.
Elián, hoje com 16 anos, se juntou ao presidente de Cuba, Raúl Castro, em uma cerimônia em uma igreja para celebrar os 10 anos do incidente.
Elián foi resgatado do Estreito da Flórida quando tinha 5 anos. Sua mãe havia se afogado quando tentava fugir de Cuba para os Estados Unidos. O menino foi entregue a parentes em Miami, mas seu pai o exigiu de volta, dando início a uma batalha por sua custódia que reacendeu a luta entre a Cuba comunista e a comunidade de dissidentes cubanos na Flórida.
Elián se disse feliz de ter voltado a Cuba na época, mas disse que não tem mágoas da família em Miami, que tentou mantê-lo por lá.
De acordo com a mídia cubana, Elián gosta de música e festas, mas não é bom dançarino. Ele é um membro.
Esta notícia, que apenas poderá espantar quem não quer entender a realidade cubana, retirei do site da BBC-RASI, assim como o vídeo que mostra ao Mundo o quanto é humano a vida de uma família, seja angolana, americana, russa ou cubana. Veja o vídeio- Clique aqui