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20 de setembro de 2011

Recordações | Angola | Comunicação Social

Gente do meu tempo
GENTE de verdade!
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Em Angola, 1960 – 1974 - época de lutas escondidas, voluntárias e decididas, tive a feliz sorte de conhecer o RUI ÓSCAR CARVALHO, vindo do Huambo (Nova Lisboa) jogador do Bela Vista, mercê minha posição dominante na rádio luandina, como produtor, realizador e locutor, e, sobretudo como relator desportivo dado que foi por aí que o Rui se apresentou como sendo relator e se oferecendo para trabalhar a meu lado. Aceitei e nossa dupla fez sucesso. Hoje não é dia para recordar nossa estória, mas, apenas para enaltecer os valores  saberes desse revolucionário que, sabendo do meu alinhamento ao MPLA, logo se ajustou na formação do Grupo a que me referi, ao qual o José Moreira, meu colega no semanário “A Palavra” e “ Comércio” se juntou. Foi ele quem mandou a foto que ilustra este post.

Da esquerda para a direita » JOSÉ MOREIRA: Um dos jornalistas que em Angola, nos anos difíceis de luta “escondida” alinhou no grupo que ajudou a descolonizar o desporto angolano, juntamente com Rui Óscar Carvalho (falecido), Hermínio Escórcio, João Abel Neves (falecido) e eu; SANFINS: jogador de futebol ido do FC do Porto para o FC de Luanda – que também foi treinador –, onde se cotou como uma mais valia; ANTÓNIO BARATA: Treinador do Sporting de Luanda, onde marcou uma década de progresso do clube leonino; JORGE MELO CABRAL (recém falecido em Portugal) Além de árbitro rigoroso e honesto foi presidente da Arbiragem e mais tarde da Federação de Futebol, desempenho notório pelo incentivo que soube dar à generalidade do futebol angolano. Também alinhou – sem se comprometer –, com o grupo acima referido, tendo até, sido um elo forte na manutenção do Mambroa, no “Girabola”.

7 de dezembro de 2009

ANGOLA NA SENDA DO PROGRESSO

A resposta que ANGOLA dá àqueles que alguma vez alardearam maldade e má fé, nunca reconhecendo progressos feitos no País, desde há 34 anos a esta parte, está patente em todo o território, 14 vezes e meia maior do que पोर्तुगल Portugal que durante mais de 500 anos explorou e espoliou por lá, de Cabinda ao Cunene e que só a partir de 1961, vergado ao peso de uma revolução denunciada a 4 de Fevereiro, na Estrada de Catete e na prisão da Casa da Reclusão, no Penedo, resolveu encetar algumas obras de “tapa olhos”। Quem conheceu Angola desse tempo, a viu destruída numa guerra que Portugal ajudou e engendrar – Marcelo Caetano o confirmou em livro –, e a vê presentemente, tem de ficar espantado com o que foi feito graças aos recursos naturais que geraram milhões de dólares que o governo colonial os resguardou para os seus apaniguados, esperançados sei lá em que aplicações. No entanto, os nós que ainda estão atravessados nas gargantas de muitos – políticos, empresários, e, até, alguns jornalistas e escritores (entre estes um que até já foi apanhado em plágio) – ainda estão convencidos que vão conseguir reactivar actos guerreiros com o rejuvenismento de uma Unita amorfa e simulada em defesa de interesses de meia dúzia de personalidades e não no dos povo angolano. Nem os umbundus acreditam e já cantam outros hinos. Aqui deixo esta imagem do novo Estádio Ombaka, em Benguela, já concluído à espera de Janeiro, para albergar os jogos da “Taça Africana das Naçõesum dos quatro majestosos recintos desportivos já prontos, a tempo e horas, em Luanda, Lubango e Cabinda. Nós angolanos, somos levados da breca e quando toca a trabalhar sério… somos OBRA. Carlos Pereira

ADENDA COM ANGOP: O alinhamento e asfaltamento do parque de estacionamento do Estádio de Ombaka, na província de Benguela, encontram-se na fase final, constatou hoje a Angop no local. A empreitada decorre simultaneamente com os trabalhos de sinalização e o local terá a capacidade de mais de 600 viaturas repartidas por áreas. A parte frontal e laterais do Estádio são as áreas que o empreiteiro trabalha para o parqueamento de viaturas de cidadãos que se deslocarão ao local com o fito de assistir aos jogos do Grupo C da Taça Africana das Nações a decorrer de 10 a 31 de Janeiro. Por outro lado, a Estrada Nacional 100, entre as cidades do Lobito e Benguela, passando pelo município de Catumbela, num percurso de 30 quilómetros, está a beneficiar, de seis retornos para facilitar o acesso ao Estádio de Ombaka e melhorar a circulação rodoviária na localidade. A Estrada Nacional 100, conta com duas faixas de rodagem em cada sentido, separador central reforçado de guarda de ferro fundido, paragens específicas para autocarro e taxi, sinalização rodoviária vertical e horizontal, iluminação pública, berma e outras. Essa é a única estrada, a nível da província de Benguela, que dá acesso directo ao novo Estádio de Futebol de Ombaka.