Mostrar mensagens com a etiqueta TV ZIMBO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta TV ZIMBO. Mostrar todas as mensagens

7 de abril de 2012

COMUNICAÇÃO SOCIAL
Linguagem inadequada na TPA e ZIMBO


Dr. Carolina Cerqueira,
 Ministra da Comunicação Social



O Conselho Nacional da Comunicação Social, reunido em mais uma sessão plenária ordinária, após ter reflectido sobre os desafios da imprensa neste ano de eleições, decidiu aprovar a seguinte deliberação de contornos genéricos: a legislação eleitoral já aprovada é clara em relação ao papel que a comunicação social deve desempenhar durante o período de trinta dias consagrado à campanha eleitoral, tendo como base ao princípio constitucional que consagra aos partidos políticos o direito a um tratamento imparcial por parte a imprensa pública.

_______________________________________________

O Conselho Nacional da Comunicação Social (CNCS) manifesta preocupação em relaçaõ a linguagem inadequada nos programas virados a juventude sobretudo no canal 2 da TPA, que não têm cumprido com o papel de educar a geração futura. A TPA e a Zimbo-TV, não cumpriram com o principio do contraditório, ao não  concederem espaço a qualquer um dos elementos da manifestação do dia 10 de Março de 2012, não permitindo assim, que os telespectadores pudessem ter uma percepção abrangente das noticias veiculadas. O Conselho da Comunicação Social chama à atenção aos órgãos de informação para o critério de objectividade, isenção e rigor na apresentação de noticias e reportagens, consagrado pela lei de imprensa e princípio estruturante de uma sociedade democrática.

NOTA DO EDITOR -  Sou jornalista há mais de 60 anos. Não sou político. embora tenha opções como homem que se preza da nacionalidade e meus votos são sempre pelas minhas opções politicas, convictamente fundamentadas nos fatos vividos na vida profissional e como homem de todos os dias na vida. Sem influências de segundos ou terceiros, mas pelo que as realidades me mostraram. Durante anos de guerra, de pressões adversas e de riscos, fui diretor de um órgão da comunicação social, no Huambo. Nunca, em situação alguma, deixei de criticar o que estava errado e a certeza do que afirmo, é que não fui contestado nem pelo governo, nem por qualquer um dos partidos políticos.
Enfrentei, algumas vezes, situações complicadas mas nunca virei a cara à verdade. Hoje, posso sem receio citar, por exemplo, um caso que nesta data me motivou a escrever esta nota para apoiar incondicionalmente o  Conselho Nacional da Comunicação Social.
  • Ao ser investido na direção da Emissora Regional do Huambo, recebi num simples contato formal orientações sobre as minhas responsabilidades na antena e sobre os conteúdos, sem que me impedisse de assumir decisões próprias quanto aos conteúdos dos programas.Na ocasião a Comunicação Social estava adstrita ao DIP com Marcolino Moco. Face a certas questões que contrariaram o Comisário Liberdade e o próprio MM, foi convocada uma reunião na Emissora, na qual esteve presente o meu Diretor Nacional, Rui Carvalho (falecido) e outros elementos ligados à informação. 
  • Objetivo: obrigar a que os discursos do Comissário Liberdade e os de Marcolino Moco e membros do Partido, nos comícios que na época eram frequentes, fossem transmitidos na íntegra quer a nível regional quer a nível nacional.  Sobre este aspeto eu tinha orientações precisas de Luanda: A nível regional, não deveria ultrapassar a meia hora (a selecionar pelo orador e no caso de impossibilidade sob minha responsabilidade) e a nível nacional, o máximo 5 minutos (a selecionar pelo orador ou por mim na impossibilidade do orador).Claro que, enfrentei a pressão e disse abertamente, que nesse aspeto tinha orientações precisas de Luanda e eras essas regras que eu continuaria a respeitar, rejeitando abertamente o que me era imposto pelo DIP. Claro, o camarada Marcolino Moco não gostou mas... paciência. 
  • Outros pormenores ocorridos, não vêm para esta nota, cujo objetivo é apenas o de provar que nunca fui um jornalista servil ou dependente de tendências politicas, mas apenas cumpridor das regras, da Lei sem me vergar a pressões, viessem de onde viessem.
  • Por esta razão, obviamente, fui afastado da Direção da ERH dada a força politica de Camarada Liberdade e Marcolino Moco, facto que em nada afetou a minha carreira na Emissora, onde em Luanda encontrei o apoio total não só do Partido como do Governo. 
  • E, ainda hoje, trabalho para a Rádio Nacional de Angola.
  • Aos meus colegas da TPA, permito-me dizer que entendo a posição de querem fazer estória... mas, lembro que tal como em 1988, as regras (Leis) são, em democracia, para se cumprir. QUER ESTEJAMOS OU NÃO DE ACORDO!
  • Neste período histórico da nossa ANGOLA o jornalismo tem de ser desempenhado com cautelas para evitar agitação... e a oposição também sabe quais os direitos que  a Lei lhe confere, para abordagens nos tempos de antena que lhe é facultado nos meios de Comunicação Social.

Eu penso assim... errado? Seja... mas eu acho que estou certo.
Carlos Pereira

17 de julho de 2010

TV ZIMBO
deferência

TV ZIMBO.... UM ESPECTÁCULO ANGOLANO... 
bom fim de semana a sorrir


Há coisas que muitos dos meus visitantes nunca viram, nem fazem ideia da existência das realidades que estão  do outro lado do Equador ... e, por esta razão, aceitam os rumores e tudo o mais que reaccionárias que continuam a não suportar a independência de Angola conquistada pelo povo que lutou contra invasores e contra aliados (Jonas Savimbi, Holden Roberto...) dos colonizadores e de americanos encostados a Mobutu (Zaire). TV ZIMBO, um passo certo na cultura angolana e na grandeza de uma produção tecnica que não receia competições europeias.