Após quase nove anos de guerra no Iraque, os Estados Unidos deixam o conflito no final de 2011 com perdas de influências diplomática e militar. Uma retrospectiva desde a invasão, em 2003, passando pelo auge da guerra, em 2007, até hoje com a retirada das tropas americanas.
13 de dezembro de 2011
IRAQUE - USA
Após quase nove anos de guerra no Iraque, os Estados Unidos deixam o conflito no final de 2011 com perdas de influências diplomática e militar. Uma retrospectiva desde a invasão, em 2003, passando pelo auge da guerra, em 2007, até hoje com a retirada das tropas americanas.
17 de setembro de 2011
Democracia | Eleições em Angola
eleições em Angola

com o novo embaixador de Angola nos Estados Unidos
Alberto do Carmo Bento Ribeiro
O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, destacou, em Washington, a importância da realização das eleições gerais em 2012 em Angola, como base para um futuro brilhante e próspero do país.
25 de maio de 2011
LIBIA … um alvo da ganância da OTAN
OUTRAS INFORMAÇÕES QUE NOS FAZEM PENSAR
O que a Comunicação Social não vai mostrar nem dizer:
I - SEJA KADDAFI O BIZARRO QUE FOR, A ONU CONSTATOU EM 2007 QUE A LÍBIA TINHA:
1 - Maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África (até hoje é maior que o do Brasil);2 - Ensino gratuito até à Universidade;
3 - 10% dos alunos universitários estudavam na Europa, EUA, tudo pago;
4 - Ao casar, o casal recebia até 50.000 US$ para montar casa;
5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc...;
6 - Empréstimos pelo banco estatal sem juros;
7 - Inaugurado em 2007, o maior sistema de irrigação do mundo, vem tornando o deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.;
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II - PORQUE "DETONAR" A LÍBIA ENTÃO?....
Três principais motivos:
1 - Tomar o seu petróleo de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;
2 - Fazer com que todo o mar Mediterrâneo fique sob o controlo da OTAN. Só falta agora a Síria;3 - E provavelmente o principal:
- O Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema financeiro mundial.
- As suas reservas são toneladas de ouro, que dão respaldo ao valor da moeda, o dinar, que desta forma está resguardado das flutuações do dólar.
- O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, após ele propor, e quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.
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III - O QUE É O ATAQUE HUMANITÁRIO PARA LIVRAR O POVO LÍBIO:
1 - A OTAN comandada, como se sabe, pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis em que um único projéctil é capaz de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estruturas de água, esgotos, gás e luz estão sèriamente danificados;
2 - As bombas usadas conteem DU (Uranio depletado) que tem um tempo de vida de cerca de 3 bilhões de anos (causa cancro e deformações genéticas);3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicologicamente por causa das explosões que parecem um terramoto e racham as estruturas das casas;
4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da OTAN, as crianças sofrem principalmente com a falta de medicamentos e alimentos;
5 - A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;
6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia, estão deixando o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida;
7 - Se o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água e comida.
De uma população de 6,5 milhões de pessoas.
Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia. Nunca mais haverá a "nação" Líbia tal como ela existia.
SIMPLES ASSIM.
Fonte : www.globalresearch.ca
25 de agosto de 2010
ARQUIVOS IMPLACÁVEIS
Parte I
COMUNISTA MENTIROSO

(continua)
7 de agosto de 2010
EUA derrotados
no Iraque
24 de julho de 2010
BASQUETEBOL
Angola nos EUA
10 de agosto de 2009
ANGOLA recebe EUA
Clinton Presses Angola to Sweeten Trade Ties 2009-08-10 17:48:58
By Matthew Lee (AP)
United States Secretary of State Hillary Clinton addresses a press conference in Luanda, August 9, 2009.U.S. Secretary of State Hillary Rodham Clinton, bringing her democracy and development tour of Africa to oil-rich Angola on Sunday, encouraged the war-ravaged country to continue reforms and pledged to boost trade ties with a major energy producer.Clinton, on the third leg of a seven-nation trip, came to the Angolan capital to reinforce America's presence in a country where it increasingly is competing for resources with China. Beijing has loaned Angola billions of dollars in recent years without pressing reform.After meeting Foreign Minister Assuncao Afonso dos Anjos, Clinton urged the government to build on successful legislative elections held in 2008 - the first in 16 years - through presidential elections and dealing with the legacy of its 27-year civil war."We look forward to Angola building on this positive step, including the adoption of a new constitution, investigating and prosecuting past human rights abuses and holding a timely, free and fair presidential election," she said at a news conference with dos Anjos."So, Mr. Minister, we have our work cut out for us," she said.A senior U.S. aide said Clinton stressed the need for greater accountability and transparency in the petroleum sector, particularly with revenue from exports, which account for nearly 60 percent of the country's gross domestic product.The official, who spoke on condition of anonymity to discuss a private diplomatic exchange, said Clinton also encouraged the Angolans to explore renewable energy projects, particularly hydroelectricity. The U.S. is providing Angola with technical assistance on two hydroelectric projects and Angola would like to expand that to 25, the official said.Clinton plans to meet Monday with President Eduardo dos Santos, who has ruled for 30 years and has been criticized for postponing a presidential vote that was scheduled for this year.Angola, a former Cold War battleground, supplies vast amounts of petroleum and liquid natural gas to the U.S. market. In June, Angola surpassed Nigeria as Africa's largest petroleum producer. Last year, Angola overtook Saudi Arabia as the leading source of crude oil for China.Clinton played down concerns about Chinese encroachment."I am not looking at what anyone else does in Angola," she said. "I am looking at what the United States can do to further and deepen our relationship and provide assistance and support for the changes the Angolan government is undertaking.She also noted that the United States and China were cooperating on how to ensure that investment in Africa's energy sector promotes development.U.S. officials say Clinton's visit is intended to demonstrate the Obama administration's interest in keeping America in Africa's energy game as well as well cooperating with it on climate change.Later Sunday, Clinton witnessed the signing of a corporate responsibility agreement between U.S. oil giant Chevron and the Angolan government that promotes small- and medium-scale farming.Despite its oil wealth, Angola is mired in poverty as a result of the destruction of most of infrastructure during the war, which broke out after its 1975 independence from Portugal.The war ended in 2002, leading to major energy sector investments. But the country ranks near the bottom of U.N. development statistics and the gap between rich and poor is among the worst in the world.Dos Anjos said the government was committed to addressing the imbalance. He appealed for patience, noting it takes time to rebuild roads, factories and agriculture as well as educate a population to do more than menial labor."We are asking for more time," he said. "We have the resources and we have the willingness and we can ensure a better life for our people. It is not a magic wand that will resolve this. We need programs that will gradually build wealth and create welfare."Clinton, who has visited Kenya and South Africa on her trip, was to leave Angola on Monday and head to the Democratic Republic of Congo. From there she will travel to Nigeria, Liberia and Cape Verde.

