Presidente do Brasil
no abraço fraternal aos povo angolano
no abraço fraternal aos povo angolano
José Eduardo dos Santos e Dilma Rousseff
lançaram as bases para a consolidação e alargamento das relações
de cooperação entre ambos os países
Fotografia: Francisco Bernardo | Jornal de Angola
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Dilma Rousseff e José Eduardo dos Santos reuniram-se, ontem, no Palácio Presidencial da Cidade Alta, para avaliar a cooperação entre o Brasil e Angola.
Cientes da grave crise financeira que o mundo enfrenta, os dois líderes decidiram reavaliar os principais acordos, afim de dinamizar e, nalguns casos alargar, o âmbito de aplicação para relançar a cooperação bilateral.
Concentrados na necessidade de se conferir maior pragmatismo à cooperação, os líderes das economias que mais crescem no espaço lusófono decidiram substituir a agenda inicial que previa um encontro privado entre ambos e, simultaneamente, conversações entre delegações ministeriais, por uma reunião em que cada um deles se fez acompanhar de apenas alguns ministros.
Do lado anfitrião, acompanharam o Presidente o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, Carlos Feijó, os ministros da Relações Exteriores, George Chicoty, do Planeamento, Ana Dias Lourenço, e da Indústria, Joaquim David.
A acompanhar a Presidente Dilma Rousseff estiveram os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, da Igualdade Racial, Luzia Helena de Bairros, e das Relações Exteriores, António Patriota.
O encontro, que antecedeu o almoço oficial, oferecido pelo Presidente José Eduardo dos Santos, não produziu qualquer acordo, tendo as partes ficado pela revisão dos instrumentos jurídicos existentes desde a década de 1980.
No discurso ao almoço oficial, o Presidente angolano reconheceu que, “apesar de existir, desde 23 de Junho de 2010, uma parceria estratégica entre Angola e o Brasil”, a cooperação “pode ser ainda mais alargada”. José Eduardo dos Santos sublinhou que para o alargamento da cooperação bilateral basta serem definidos “os mecanismos necessários para que ela abranja também outras áreas de interesse preferencial para ambos os países”.
Concentrados na necessidade de se conferir maior pragmatismo à cooperação, os líderes das economias que mais crescem no espaço lusófono decidiram substituir a agenda inicial que previa um encontro privado entre ambos e, simultaneamente, conversações entre delegações ministeriais, por uma reunião em que cada um deles se fez acompanhar de apenas alguns ministros.
Do lado anfitrião, acompanharam o Presidente o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, Carlos Feijó, os ministros da Relações Exteriores, George Chicoty, do Planeamento, Ana Dias Lourenço, e da Indústria, Joaquim David.
A acompanhar a Presidente Dilma Rousseff estiveram os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, da Igualdade Racial, Luzia Helena de Bairros, e das Relações Exteriores, António Patriota.
O encontro, que antecedeu o almoço oficial, oferecido pelo Presidente José Eduardo dos Santos, não produziu qualquer acordo, tendo as partes ficado pela revisão dos instrumentos jurídicos existentes desde a década de 1980.
No discurso ao almoço oficial, o Presidente angolano reconheceu que, “apesar de existir, desde 23 de Junho de 2010, uma parceria estratégica entre Angola e o Brasil”, a cooperação “pode ser ainda mais alargada”. José Eduardo dos Santos sublinhou que para o alargamento da cooperação bilateral basta serem definidos “os mecanismos necessários para que ela abranja também outras áreas de interesse preferencial para ambos os países”.
